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* Sumario do boletim DFJUG # 817 enviado para 55.365 desenvolvedores Java
* Curso presencial do DFJUG / Desenvolvimento Web
* Quatro depoimentos sobre o ultimo encontro mensal : Acessibilidade Web
* Java na Copa
* JUG Brasileiros :  JUG-Petrópolis
* Duchess, o JUG das Javanesas
* Escândalo : Meu filho é Javanês !
* JEDI @ JavaOne
* Emprego Java (02)
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Hoje 19.807 alunos participam dos cursos JEDI - www.dfjug.org/DFJUG/jedi/index.jsp

__| Curso presencial do DFJUG / Desenvolvimento Web |__
No sábado, 10 de julho, começou o curso de Desenvolvimento Web do DFJUG, por 9 (nove) sábados, das 14:00 as 18:00 hrs, com carga horária de 36 horas.

ATENÇÃO : Este NÃO é um curso JEDI, é um curso presencial, somente aos Sábados a tarde e, em Brasília.

Este curso é voltado aos implementadores iniciante interessado no desenvolvimento para Internet, usando a plataforma Java. Neste curso serão discutidos o Desenvolvimento em camadas para ambiente WEB; Servidor WEB TOMCAT: instalação e configuração; Uso de Servlets, JSP, Taglib e o Banco de Dados com conexão JDBC

O instrutor será Sergio Gomes Veloso - sergio@dfjug.org, Coordenador de cursos do DFJUG - www.dfjug.org/DFJUG/coordenadores.jsp. Com quase 20 anos em desenvolvimento de sistemas de pequeno, médio e grande porte realiza consultorias especializadas para definição de arquitetura e desenvolvimento de projetos, como também, treinamento e capacitação de equipes.

ATENCAO: O curso acontecera' no Bloco 8 do CEUB, www.uniceub.br, novo parceiro educacional do DFJUG, na SEPN 707/907 - Campus do UniCEUB - Asa Norte, Brasília / DF.

O preço é de R$ 300,00 pagos na primeira aula. Dado o baixíssimo valor destes cursos, em caso de desistência na segunda ou na terceira aula, será cobrada uma multa de 50% do valor do curso, por ter impossibilitado que outro colega pudesse freqüentar o curso.

Para a inscrição em um destes cursos : Envie um e-mail para Sergio Gomes Veloso - sergio@dfjug.org, informando o seu nome, e-mail e telefone de contato. No campo Subject (Assunto) informe "Desenvolvimento WEB" (sem as aspas ;-). As vagas serão preenchidas por rigorosa ordem de chegada dos e-mails de inscrição (TimeStamp). ATENÇÃO : As inscrições somente serão realizadas por e-mail, e não processaremos solicitações que desobedeçam este padrão.

Atenção: O Pré-requisito do curso de Desenvolvimento Web e' o conhecimento em Lógica de Programação e Java Básico.

Para maiores informações sobre este curso visite a pagina de cursos do DFJUG, em : http://www.dfjug.org/DFJUG/cursos.jsp
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__| Quatro depoimentos sobre o ultimo encontro mensal : Acessibilidade Web |__
Na Quarta-feira, 16 de Junho, aconteceu o  Encontro de Junho do DFJUG, que teve como tema Acessibilidade Web. A apresentação contou com um grupo de profissionais interessados nesta área, além de pesquisadores e grupos inteiros de desenvolvedores de algumas empresas de software de Brasília, que enviaram seus times para se familiarizar com este assunto.

A palestrante foi Anna Carolina Ferreira da Rocha, annarocha@gmail.com, com o Blog : http://borboletaroxa.blogspot.com/2010/06/palestra-sobre-acessibilidade-minhas.html

Depoimento 01 -  PALESTRA SOBRE ACESSIBILIDADE - MINHAS IMPRESSÕES
Quarta-feira, Junho 23, 2010

Não foi porque eu ministrei a palestra, mas tenho que dizer que foi um sucesso! O encontro, que era para ser algo rápido, com duração de 1h aproximadamente, acabou rendendo quase 2h. Se somar às conversas posteriores com diversas pessoas, foram umas 2h30.
Tive a sorte de palestrar em companhia do Daniel, coordenador do DFJUG, que possui uma vasta experiência com deficientes, em especial auditivos. Logo, ele fez uma introdução maravilhosa e sempre tinha ótimos pitacos para dar na minha palestra, trazendo informações complementares muito úteis.

O público não foi grande, mas bem seleto. Eram pessoas realmente interessadas no assunto, ou porque já pesquisavam sobre ele ou que precisavam entendê-lo por motivos profissionais, por ex. Tive a alegria de contar com a presença de 2 amigas, uma delas a responsável pelas fotos, nas quais não fiquei linda, afinal não estava posando para elas; foram espontâneas.

Aqui trago para vocês um resumão do que falei e que não consta escrito na apresentação. (Aos interessados em ter a apresentação, basta entrar em contato que eu envio por e-mail.) O vídeo exibido na apresentação pode ser baixado em diversos formatos no site http://acessodigital.net/video.html

As historinhas práticas contadas por mim e pelo Daniel foram muito úteis para passar a realidade dos deficientes visuais e da acessibilidade foram muito boas, mas não cabem aqui, senão o post iria ficar gigantesco.
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Deficiente visual não é sinônimo de cego!
Os deficientes visuais podem ser divididos em 2 grandes grupos:
Deficiente visual parcial (visão subnormal ou com baixa visão): Pessoas que possuem dificuldade de enxergar que não pode ser corrigida por lentes ou cirurgias. Normalmente conseguem ler textos em fonte ampliada (em geral tamanho 24) ou com ajuda de lupas. A visão é suficiente para, por ex., se desviar de obstáculos.

Deficiente visual total (ou cego): Aquele que possui uma visão muito limitada. Em geral conseguem apenas distinguir a presença ou ausência de luz ou ver silhuetas. É muito raro uma pessoa que não possua nenhum resquício de visão, por menor que seja.
Há ainda o daltônicos, que legalmente não são deficientes visuais, mas são tratados como tal quando falamos de acessibilidade de sites, por ser uma doença que altera a percepção das cores. Existem três tipos de daltonismo, sendo que o tipo mais comum é aquele em que o indivíduo não enxerga as cores verdes e vermelhas (e cores derivadas, como o rosa). Os outros dois tipos são mais raros: em um deles não se enxerga a cor azul e no tipo mais grave não há a percepção de cores (ou seja, enxerga-se preto, branco e cinza apenas).

Por que considerar como grupo prioritário quando se trata de acessibilidade de sites o deficiente visual?
O deficiente visual, antes do surgimento do computador, da internet e das tecnologias assistivas, possuía um acesso muito limitado a informação e cultura. A ele não é possível ler um jornal, uma revista ou um livro. A televisão só podia ser ouvida. Com poucas bibliotecas com livros em Braille disponíveis, a única fonte de informação possível era o rádio. Além disso, um deficiente visual possui dificuldade de deslocamento, o que dificulta a realização de compras. Atualmente, usando um computador, o deficiente visual tem acesso em diversos sites a notícias e livros. Além disso, pode fazer compras sem sair de casa, podendo pesquisar sozinho por informações sobre os produtos que deseja, sem depender das descrições de vendedores e familiares, necessárias quando se vai a uma loja física.

O grande oráculo cego da internet: o Google
Quem possui um site acessível também está facilitando sua localização pelo Google. Isso porque ele usa princípio semelhante ao leitor de tela para indexar os sites: ele procura por todo o texto disponível. Se um site é totalmente feito em flash, por ex., não haverá palavras para o Google indexar, nem para o leitor de tela ler.

Programas leitores de tela
Identificam o texto escrito na tela e o convertem para um sintetizador de voz, responsável por transformar o texto em voz. No Brasil, os deficientes visuais costumam usar os programas leitores de tela Jaws e Virtual Vision. Os dois leitores possuem funcionalidades semelhantes, logo a escolha entre usar um e outro vai mais do gosto de cada usuário, em geral motivado pelo programa que ele conheceu primeiro.
O Daniel (coordenador do DFJUG) citou que para o Linux, existe o leitor de tela Orca que já vem no CD de instalação do Ubuntu.

Validação automática da acessibilidade de um site
Para validação automática de sites brasileiros, utiliza-se em geral os 2 programas abaixo. Essa validação deve ser feita pelo programador do site, pois os resultados permitirão a correção de erros “grosseiros” de acessibilidade.

Da Silva – ferramenta web disponível no site www.dasilva.org.br em que basta digitar uma URL e é feita a validação

ASES – software público voltado para os desenvolvedores, permitindo a validação de diversas páginas simultaneamente diretamente pelos códigos-fonte; possui ferramentas interessantes, como simulador de daltonismo. O Daniel inclusive fez o convite para que os desenvolvedores possam contribuir melhorando o código ou adicionando novas funcionalidades.
Foi apresentada uma tela do Da Silva com a validação de um site governamental, o qal teve um resultado muito interessante para análise. Este site possui o selo de acessibilidade AAA (ou riplo A), atendendo todos os níveis de prioridade definidos na WCAG e no eMAG. Na validação automática constatou-se que o site não possui erros de acessibilidade que possam ser verificados automaticamente. Entretanto, possuía um exagerado número de avisos (pontos que não podem ser verificados automaticamente): mais de 500 na prioridade 1 e mais de 200 em cada uma das prioridades 2 e 3. Conclui-se, portanto, que os programadores se preocuparam apenas em eliminar os erros, conseguir o selo de acessibilidade e estar dentro da lei. Um site que possui quase 1000 itens que precisam ser verificados manualmente muito provavelmente não está acessível.

Exemplos de não-acessibilidade
Foi mostrado que muitas vezes correções simples, que podem ser facilmente incorporadas às boas práticas de programação, aumentam a acessibilidade de um site. Entretanto, há ainda alguns desafios, como lidar com teclados virtuais de bancos e CAPTCHAS (aqueles caracteres distorcidos que aparecem em figuras para lermos digitarmos). Existem soluções menos tradicionais para esses tipos mais complexos de não-acessibilidade, mas que não são considerados pela maioria dos sites.
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Depoimento 02 - Meu colega da Politec Solidaria e amigo pessoal, Danilo Bontempo de Melo Araújo, danilo.araujo@bsb.politec.com.br, também comenta a apresentação da Anna : Na quarta-feira dia 16, tive a oportunidade de assistir a uma palestra, da qual não via tanta clareza a muito tempo. Fugindo da errada visão assistencialista e paternalista de manter o deficiente isolado em um canto sem nenhum contato com o mundo, a palestrante Anna Carolina argumentou com muita consistência o conceito de deficiência e acessibilidade, sugerindo várias soluções para as várias situações que hoje impede o deficiente visual de se comunicar e também de exercer seus direitos como cidadão.

Desenvolvida com uma eloqüência fantástica e muito senso de humor, a palestra serviu como base para aqueles que tiveram o primeiro contato com o assunto, e também como um reforço experiente para os que já vem a muito tateando nesse escuro caminho da Acessibilidade de Software
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Depoimento 03 - Meu nome é Vagner Santos de Araújo, vagner@dalaza.com, e assisti ontem (16/05/2010) a palestra de Acessibilidade no UniCeub. Foi o máximo a palestra, quero deixar meus sinceros agradecimentos, por clarear meu caminho na trilha dos testes de acessibilidade.  E é' com prazer que estou repassando tudo que anotei sobre a palestra pra todos meus colegas.
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Depoimento 04 – Como todos sabem, para os participantes que trazem uma latinha de leite em pó, para ser doado para o lar Betel, sorteamos livros nos nossos Encontros mensais e, este mês, o colega Jose Araujo da Silva Junior, a.janalise@gmail.com foi o contemplado. Ele diz : Venho através deste parabenizar o DFJUG e as Editoras parceiras, pela iniciativa de sortearem livros nos encontros mensais do grupo e ajudarem as instituições carentes de nossa cidade. Fui o contemplado deste mês com o livro: Android da editora Novatec. O livro chega em minhas mãos em uma excelente hora, pois sou formado em analise de sistemas, não trabalho na área no momento, e busco atualizar meus conhecimentos, para me lançar no mercado de T.I.

Não me considero bom, mas busco pela excelência diariamente, aprendendo com livros e participando de palestras e workshop como o realizado neste ultimo dia 16 pela querida
Anna Carolina Ferreira da Rocha no nosso encontro mensal, o qual adquiri não só conhecimentos como vi o quanto posso ajudar ao próximo a ter acesso a informação.

Foi o meu primeiro contato pessoal com o grupo e me senti extremamente a vontade, pois o contato acontecia somente por e-mails e nunca tive coragem de participar dos encontros, talvez por me sentir desatualizado. Agradeço a oportunidade e a receptividade, e me coloco a disposição para ajudar de forma voluntária em minhas horas vagas.
/** Lista discussão do DFJUG e JEDI no www.grupos.com.br/grupos/dfjug ***/

__| Java na Copa |__
O colega e amigo Carlos Fernando Gonçalves, carlosfgo@gmail.com, JUG Leader do Java Noroeste, repassa a nota de Rodrigo Ribeiro : BAND Transmite Aplicação Interativa nesta Copa,
do Blog da TV Digital Interativa de Guilherme Lopes

Está no ar a aplicação interativa da BAND para a Copa 2010. Desenvolvemos esta aplicação em parceria com a TQTVD.

Em linguagem Java, a aplicação roda em todos os televisores e receptores que possuem a Interatividade (Ginga) completa. Transmitida pela rede Bandeirantes de São Paulo e Rio de Janeiro, ficará no ar durante todo o período da Copa 2010.

Usando a aplicação o telespectador pode ver na tela informações gerais sobre a Copa, como história, artilheiros, estádios além de informações ao vivo durante os jogos.

Outra funcionalidade interessante é Gol Celular. Em alguns momentos durante os jogos  aparece um indicativo na tela, se o telespectador apertar o botão vermelho nestes instantes, pelo menos 4 vezes, ele recebe um código que pode ser enviado por SMS para concorrer a prêmios. Além de enriquecer o conteúdo esta é mais uma fonte de receita.

Outras emissoras também estão apostando na interatividade nesta Copa. Como a Globo, que está com uma excelente aplicação sendo veiculada em diversos estados do país. Um vídeo da aplicação da Globo pode ser visto neste post (http://b4dtv.blogspot.com/2010/06/videos-com-aplicacoes-interativas-sobre.html) do pessoal do b4dtv.

Interatividade de alto nível como nestas aplicações, transmitidas pelas maiores emissoras de nosso país, reforçam o que viemos falando há algum tempo aqui no Blog. A TV Interativa brasileira tem tudo para ser um exemplo da capacidade inovativa de nosso mercado. Nós da BRAVA iTV, como a maioria de nossos leitores, apostamos na interatividade para enriquecimento do conteúdo televisivo.

Se você estiver no Rio ou em São Paulo aconselhamos-lhe a comprar uma TV com interatividade e testar você mesmo.
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__| JUG Brasileiros : JUG-Petrópolis |__
O JUG Leader Bruno Bastos, bastosbf@jug-petropolis.org, conta a historia do (re)lançamento do grupo, que andava parado nos últimos anos: O Grupo de Usuários Java de Petrópolis (JUG-Petrópolis) foi criado em Março de 2000 na Universidade Católica de Petrópolis (UCP), com a proposta de disseminar o conhecimento da tecnologia Java e expandir o conhecimento em nova tecnologias.

JUG-Petropolis - Java User Group Petrópolis
Petrópolis (RJ)
03 / 2000
http://www.jug-petropolis.org/

O Grupo de Usuários Java de Petrópolis (JUG-Petropolis) foi criado em Março de 2000 na Universidade Católica de Petrópolis (UCP), com a proposta de disseminar o conhecimento da tecnologia Java e expandir o conhecimento em nova tecnologias.

Os fundadores foram o Professor Jorge Valardan e dois outros estudantes de graduação (naquela época), Marcelo Mayworm e Fabiano Cruz.

Entre nossas iniciativas estão o One Day Java (ODJ) , cursos gratuitos para a comunidade, parcerias com entidades reconhecidas, a Universidade Católica de Petrópolis (UCP), Universidade Estácio de Sá ( UNESA) e Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

O JUG-Petrópolis reiniciou suas atividades em Março de 2010 e é atualmente liderado pelos Analistas de Sistemas Luis Henrique e Bruno Bastos.
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Nos do DFJUG temos uma divida de gratidão com um dos fundadores do JUG-Petrópolis, o colega Marcelo Mayworm, que hoje trabalha na Europa. Na época que estava fazendo meu mestrado, estudando os grupos de usuários brasileiros, sob a ótica das Comunidades de Pratica – CoP, o Marcelo publicou um trabalho, na mesma linha acadêmica que estava seguindo. Ele  estudou o  JUG-Petrópolis, com o titulo “Comunidades de Prática: Um estudo de caso baseado em Grupo de Usuários Java”. Posteriormente, ele gentilmente cedeu seu trabalho para podermos compartilhar com a comunidade.

Marcelo disse : Esse trabalho é o estudo de uma participação longitudinal de cinco anos em uma comunidade de prática, o Grupo de Usuários Java, localizado na cidade de Petrópolis. Em particular, será abordado o processo de desenvolvimento dessa comunidade de prática, mostrando as etapas e atividades realizadas para a formação, viabilização e sustentação da mesma. Entre os pontos interessantes está o tratamento de uma comunidade presencial e virtual, com uma distribuição geográfica relevante e aspectos sociais que contribuem para o compartilhamento do conhecimento. Será realizada uma análise critica mostrando interações, objetivos e o compartilhamento de conhecimentos que existem para que esse tipo de comunidade seja considerada uma comunidade de prática fortemente identificada.

Para os colegas que estiverem interessados em conhecer a teoria que da' sustentação aos grupos de usuários Java - JUG, convidamos que visitem a pagina de livros do DFJUG em http://www.dfjug.org/DFJUG/livros.jsp, onde poderão baixar este trabalho do Marcelo, bem como outro intitulado “Comunidades de prática: um estudo dos grupos de usuários Java brasileiros”
/** Lista discussão do DFJUG e JEDI no www.grupos.com.br/grupos/dfjug ***/

__| Duchess, o JUG das Javanesas |__
E'  com muita satisfação que divulgamos o grupo de usuárias Java dedicado a assuntos de interesse das desenvolvedoras desta linguagem - http://jduchess.org/

Este grupo, que nasceu na Holanda, hoje está também na Franca e no Brasil e, as meninas podem acompanhar as discussões em http://jduchess.org/groups/duchess-brazil
/** Lista discussão do DFJUG e JEDI no www.grupos.com.br/grupos/dfjug ***/

__| Escândalo : Meu filho é Javanês ! |__
Hilario, não deixem de ver o vídeo Java 4-Ever, no YouTube :-))

Este vídeo é  uma chamada para o Javazone 2010, http://jz10.java.no/index.html, que é um dos grandes eventos de Java da Europa, e vai acontecer em Oslo, 08 e 09 de Setembro. Interessante também observar que é um encontro organizado pelo grupo de usuários Java da Noruega (Norwegian Java User Group) .

Como uma tradicional família reage, quando descobre, na noite de Natal, que seu filho é  um Javanês ? Detalhes em : http://www.youtube.com/watch?v=A1zySeNpW20
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___| JEDI @ JavaOne |__
Nosso amigo e colega JP Petines, um dos criadores da iniciativa JEDI, informa que conseguiu emplacar novamente uma palestra do JEDI no JavaOne deste ano e, pergunta se alguém vai participar deste evento em Setembro.

Do you know anybody from DFJUG or JEDI Brazil who's going to JavaOne? If so, please invite them to attend the JEDI BOF.

SESSION SCHEDULE INFORMATION
 ID#: S312972
 Title: JEDI: Dissecting Java and Taking Technology Where It Matters Most
 Track: The Java Frontier
 Date: 21-SEP-10
 Time: 19:00 - 19:45
 Venue: Parc 55
 Room: Divisidero
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___| Emprego Java (02) |__
Samille Cazetta, samille.cazetta@miranteinfo.com, Analista de Recursos Humanos da Mirante Tecnologia, www.miranteinfo.com, disse : A Mirante Tecnologia abre oportunidade para a vaga de Gerente de Projetos

A Mirante Tecnologia e uma empresa de tecnologia de informação, atuante no mercado ha 11 anos. Os principais focos da empresa são a fabrica de software e consultoria. Tem como missão automatizar processos fornecendo soluções de software proporcionando confiança no alcance dos resultados.

Gerente de Projetos

Conhecimentos Obrigatórios:
- Curso de graduação na área de informática
- Conhecimento em todo o processo de engenharia de software RUP/UML
- Conhecimento em técnicas de gestão de pessoas
- Conhecimento em técnicas de gestão de projetos
- Conhecimento em processo de software
- Experiência na área de requisitos
- Experiência como Gerente de Projetos de Fabrica
- Certificação PMP

Conhecimentos Desejáveis:
- Conhecimento em arquitetura de sistemas
- Conhecimento em contagem de pontos de função
- Conhecimento em modelagem de banco de dados

Interessados devem enviar o currículo para curriculos@miranteinfo.com sob o titulo “Gerente de Projetos”
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Carina Guerini da Silva, carina.guerini@xti.com.br, do Recursos Humanos da XTI Informática, oferece : A XTI está contratando desenvolvedores Java Web para trabalhar temporariamente em SP e trabalhar no projeto R7 da Rede Record.

Requisitos:
- Sólidos conhecimentos em JEE; JavaScript; HTML; JDBC; Hibernate;
- Disponibilidade de início imediato;
- Experiência mínima de 1 ano.

Regime de contratação: PJ

Empresa oferece hospedagem e ajuda de custo para alimentação.

Interessados encaminhar currículo com pretensão salarial para rh@xti.com.br
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As vagas de emprego e/ou estagio oferecidas neste boletim do DFJUG são de inteira responsabilidade das pessoas e/ou empresas que as submetem. O DFJUG apenas as repassa da forma como são recebidas, por acreditarmos que se trata de prestação de serviço para a comunidade Java.
/** Lista discussão do DFJUG e JEDI no www.grupos.com.br/grupos/dfjug ***/

Sempre é importante ressaltar que o DFJUG e patrocinado pelo Instituto CTS - www.cts.org.br, que nos fornece todo o apoio logístico, administrativo e jurídico que nosso grupo necessita para realizar seus projetos tecno/sociais. Abraços a todos e bons códigos !!!

Daniel deOliveira
JUG Leader / Founding Java Champion
Brasília Java Users Group
daniel@dfjug.org
www.dfjug.org
Brasil